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Cousiño Macul, raízes e identidade do Maipo chileno

Vinhos de classe mundial, autenticamente chilenos, inconfundivelmente chilenos!

 

Verónica Cousiño, diretora de comunicações e marketing da Cousiño Macul, esteve recentemente e  pela primeira vez em visita ao Brasil. Ela pertence à sétima geração da Cousiño Macul, a única vinícola tradicional chilena que ainda segue em mãos da mesma família.

 

A Cousiño Macul foi fundada em 1856 e como Verónica Cousiño nos diz, eles são do Maipo, o Maipo é a identidade deles, especialmente no tinto e na cabernet sauvignon, onde o terroir do Maipo brilha. A filosofia é fazer vinhos de classe mundial, autenticamente chilenos, inconfundivelmente chilenos.

 

Relação preço qualidade, o diferencial

 

O que distingue o bom cabernet sauvignon da Cousiño Macul é a relação preço qualidade. O Antigas Reservas foi o vinho recomendado pelo San Francisco Chronicle na Califórnia alguns anos atrás por ser o vinho de melhor custo X benefício. Claro que houve uma gritaria em Napa e Sonoma, mas a articulista desafiou quem quer que fosse a indicar um cabernet sauvignon tão bom e de igual preço.

 

Com certeza, o desafio também vale aqui no Brasil. O Antigas Reservas 2010 soma até hoje 85 safras, muita experiência e por R$45 é um vinhaço!

 

O enólogo da Cousiño Macul é Pascal Marty, que foi por 14 anos diretor de enologia da Baron Philippe de Rothschild, em Bordeaux e também nos vinhos de joint venture da Rothschild como Opus One e Alma Viva. Pascal Marty está há 6 anos na Cousiño Macul. Não admira que a Cousiño Macul esteja com tintos tão refinados e elegantes!

 

Lota e o Finis Terrae são os top de linha, elaborados manualmente na cantina e no vinhedo de vinhas velhas de 80 anos de Cabernet Sauvignon e o Merlot de vinhas de 30 anos.

 

O Finis Terrae 2008 está muito elegante, muito fino, magnífico. Blend de cabernet sauvignon, merlot e syrah. Por R$110 nas lojas especializadas.



Entretanto, a Cousiño Macul faz um branco que até Jancis Robinson destaca, o Cousiño Macul Sauvignon Gris 2011, aqui recomendado.

 

O Sauvignon Gris 2012 vai se chamar  Isidora, em homenagem a Isidora Goyenechea, nome da matriarca do clã e tataravó de Veronica Cousiño e que também dá nome a uma das avenidas mais bonitas e sofisticadas de Santiago, Chile.

 

Isidora Goyenechea enviuvou em 1875 e se fez cargo da vinha e dos negócios, como na França o fez a também viúva Madame Clicquot. Entre outras negócios Isidora administrou as outras empresas da família como as ligadas ao minério de carvão. Foi ela quem introduziu muitas novidades de ordem social como fornecer leite às crianças da comunidade local.


Sauvignon Gris 2012 vai levar o nome de Isidora em comemoração às mulheres modernas capazes de fazer muitas coisas. Como a própria Verónica Cousiño.





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