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Domaine Vieux Télégraphe: mais finos e elegantes!

Por Guto Martinez e Silvia Cintra Franco

 

 

Desde que Domaine du Vieux Télégraphe contratou Leo Borsi, experiente enólogo argentino, o céu é o limite: Leo Borsi foi contratado para deixar os vinhos mais finos e elegantes, com a potência da uva e sem os excessos de madeira, e com um ótimo potencial de guarda.

 

 

Vieux Télégraphe conta com três estrelas de Hugh Johnson 2015, para quem Vieux Télégraphe é o domínio e top-rank no sul de Rhône com notas de fumaça, complexo, vagaroso no desenvolvimento do Châteauneuf. Tem dois vinhos La Crau e, desde 2011, Pied Long, e também os ricos brancos La Crau e Clos La Roquète.

 

 

Para Oz Clarke 2015 os tintos de Châteauneuf-du-Pape são tintos de frutas vermelha, aromáticos e baseados na grenache, syrah e mourvèdre. Empossado, equilibrado e suculento, uma elegância redonda. Procure escolher vinhos de uma mesma vinha com as marcas de armas ou mitres papais apresentadas na garganta da garrafa. Domaine du Vieux Télégraphe tem duas estrelas, sendo impresso em maiúscula, tal a excelência!

 

 

 

Domaine du Vieux Télégraphe contratou Leo Borsi para deixar os vinhos mais finos e elegantes, com a potência da uva, mas sem os excessos de madeira, e com um ótimo potencial de guarda. Borsi observa que na Europa são os vinhos orgânicos que têm tido forte demanda na Europa, graduação alcoólica média, boa acidez, e abandonando o estilo pesado, carnoso e com muita madeira.

 

 

Experiente enólogo argentino Leo Borsi, criado em Mendoza e com passagem pelo Institut de la Vigne et du Vin da Bourgogne, tem trabalhado por um estilo mais internacionalizado dos vinhos. 

 

Châteauneuf-du-Pape são tintos baseados em grenache e uma porção menor de syral e mourvèdre.

 

 

 

Domaine du Vieux Télégraphe é importado pela Ravin.

 

 

Notas de Degustação 

 

1 - Chateauneuf du Pape Branco Vieux Télégraphe 2012

Branco, possui cor amarelo clara com reflexos esverdeados. Os aromas são inicialmente frescos com frutas amarelas, herbáceos, com toques de manteiga e uma nota de torrada, evoluindo em frutas secas (nozes). Boca marcante, untuosa e complexa, persistente, resultado da fermentação que ocorre 100% em barrica, e em barris de diferentes litragens. Teor de acidez equilibrado que o torna uma opção gastronômica. Um branco cujo cuidado na produção permite chegar a até 15 anos de guarda. Infelizmente, não está à venda no Brasil!

 

 

2 - Mégaphone AOC Ventoux 2012

Feito com 80% de Grenache Noir e 20% de Syrah, este Ventoux  é feito na encosta do monte de mesmo nome, região de grande amplitude térmica e clima mais montanhoso. 2012 é apenas a segunda safra deste vinho, que é feito por fermentação natural com temperatura controlada por 20 dias, seguido de fermentação malolática. Em seguida, passa por 10 meses em madeira. Um belo vinho de entrada,  de cor rubi claro com reflexos violáceos, tem aroma de frutas vermelhas e negras intensas (cerejas, cassis) com anis e um toque de baunilha. Mégaphone AOC Ventoux 2012 um dos rótulos mais recentes, de aroma frutado com destaque para ameixa e pimenta negra. Picante, elegante, puro, bem balanceado e encorpado. 

Possui corpo médio, e sua acidez gastronômica está bem equilibrada com as frutas, possuindo taninos discretos. Um ótimo vinho para o dia a dia.  

 

 

 

3 - Télégramme Châteauneuf-du-Pape AOC 2011, segundo vinho da casa feito com uvas de videiras mais novas com média de 30 anos. Este vinho foi criado após a colheita receber muita chuva, o que não permitiu denominar o vinho com o mesmo rótulo. Foi criado então um rótulo invertido, como que impresso no verso do original, uma ótima ideia que permite identificar este como um produto alternativo, um resultado inesperado, mas ainda assim de muito boa qualidade. A cor fica entre o rubi e granada, já com unha de amadurecimento. Aromas de frutas vermelhas, morango e framboesa, especiarias e toque de madeira queimada, com um fundo acético muito positivo para o vinho. Trata-se de um vinho de muita personalidade, mas de fácil compreensão. Possui médio corpo, acidez gastronômica, equilibrado, com taninos discretos e bem redondos. Muita elegância.

 

 

4 - Domaine La Roquète Châteauneuf-du-Pape 2009 

 Cor vermelho intenso, aroma complexo, bem balanceado e encorpado, atinge seu ápice com 10 a 12 anos. 

Nesta vinícola, os vinhedos são mais secos e arenosos, sendo que a altitude aqui é de 126 metros. A cor é um rubi intenso com uma unha de amadurecimento. No nariz, frutas vermelhas, principalmente cereja e groselha, com especiarias, cedro, alcaçuz e pimenta preta. Em boca, apresenta corpo médio para encorpado, é muito equilibrado e tem taninos bastante aveludados. Novamente a acidez é gastronômica, mas controlada, tendo no final um toque apimentado muito agradável. 

 

 

E o especial Domaine du Vieux Télégraphe Châteauneuf-du-Pape AOC “La Crau” safras 2010 e 2009, ambos muito bem pontuados pela Revista Wine Spectator e pelo crítico Robert Parker. Vinhos elaborados com uvas de vinhas com mais de 60 anos, muito elegante, taninos envolventes e final longo e marcante. Grande potencial de guarda pode ser consumido em até 25 anos.

 

 

5 - Les Pallières Terrasse du Diable Gigondas 2009

Feito de uvas provenientes de videiras com mais de 45 anos, um vinho fresco e vivo, com aromas de cerejas e amoras entrelaçadas com notas minerais e florais. Este é um vinho potente, mas rico e bastante fresco. No nariz, as frutas vermelhas se juntam com notas florais, trazendo também uma mineralidade levemente salina em boca. Possui também uma certa picância, e com uma marcante acidez gastronômica acompanha bem uma refeição. Os taninos discretos se misturam a um bom nível de frutas. 

 

 

Degustação Vertical de Vieux Télégraphe Châteauneuf du Pape Rouge - 

 

Foi realizada uma degustação vertical do principal vinho da casa, que claramente demonstra por que este é um ícone da região. A cada ano, as características do vinho parecem traduzir os resultados das progressivas mudanças trazidas por cada geração a este terroir privilegiado, mantendo a rusticidade e trazendo elegância e harmonia entre a complexidade aromática, a potência e a estrutura do vinho. 

 

 

Vieux Télégraphe Châteauneuf du Pape Rouge 2010

Um vinho ainda jovem, ainda tem o domínio das frutas vermelhas sobre as notas secundárias como humus, couro e baunilha. Muito vigoroso, é melhor guardar. 

 

 

Vieux Télégraphe Châteauneuf du Pape Rouge 2009

Começam a surgir os sinais do tempo, que realçam o potencial de guarda do Vieux Télégraphe. Guarde mais um pouco ou beba já, pois está muito agradável. 

 

 

Vieux Télégraphe Châteauneuf du Pape Rouge 2005

Um ano incomum em decorrência das condições climáticas mais chuvosas, predominam as frutas vermelhas em compota. Uma ótima experiência comparativa, mas com suas peculiaridades acabou parecendo um outro vinho. 

 

 

Vieux Télégraphe Châteauneuf du Pape Rouge 2001

Demonstra as características dos grandes vinhos quando começam a envelhecer. As frutas ficam mais tímidas, e dão lugar aos aromas animais, carvalho, café torrado, com um toque pungente.  

1998: A evolução parece quase completa. Um grande vinho com toques terrosos, químicos, mas ainda com um fundo frutado complexo, e com taninos muito finos e aveludados. Um privilégio!

 

 

Importação feliz da Ravin! Tel.: 11-5574-5789

 

 





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