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Enoblogs - blogs unidos pelo vinho

Estão chegando Bordeaux abordáveis e acessíveis

Do Châteaux Beychevelle, belos bordeaux, mais elegantes do que potentes

 

Por Silvia Cintra Franco

 

Você pode se perguntar, por que se fala tanto de Bordeaux. Fala-se porque a região segue sendo ainda a referência ou o motor dos vinhos finos e de alta qualidade. Já era referência nos tempos de sua mais famosa proprietária, a bela Eleanor de Aquitânia no século 12.

 

A World Wine está trazendo ao Brasil, pelas mãos de Barrière, grupo negociant de Bordeaux, os vinhos do Château Beychevelle, da região de St-Julien, que se caracterizam pela elegância sobre a potência. E também pela Barrière vinhos de Bernard Magrez de sua propriedade em Pessac-Léognan, o Les Clés de Pape Clément.

 

St-Julian, a menor das principais regiões de apelação controlada do Haut-Médoc, faz clarete como ninguém, e a maior parte de suas terras são de primeira linha e qualidade. Lá estão - além do Château de Beychevelle – grandes châteaux como Léoville-Barton, Léoville-Las Cases, Branaire-Ducru entre outros.

 

Clarete era e ainda é o nome dado aos vinhos de Bordeaux pelos britânicos, que, desde o século 12, elogiam a qualidade dos vinhos de Eleanor de Aquitânia.

 

Os vinhos de St-Julien oferecem o equilíbrio ideal entre opulência e austeridade, entre o ardor da juventude e o gênio da maturidade, segundo Oz Clarke, respeitado crítico britânico.

 

Château Beychevelle, agora importado pela World Wine, é um Quarto Cru com qualidade de Segundo e, felizmente, com preços de Quatrième Cru, uma felicidade para o enófilo!

 

O Château Beychevelle, fundado em 1932, andou de saúde precária nos anos em que esteve em mãos de uma seguradora, mas desde que passou para o Grupo Suntory e Pierre Castel deu um salto de qualidade. Segundo o Le Guide de Meilleurs Vins de France 2013, os vinhos do Château Beychevelle “representam o arquétipo da beleza de saint-julien, sempre construídos sobre a elegância e não sobre potência”.

 


Em 1999, foi criado o tinto básico, genérico Grand Bateau. O Grand Bateau branco vem de Graves e o tinto de St Emilion. São elaborados por Phillipe Blanc, o diretor geral do Château Beychevelle. O Grand Bateau é um bordeaux muito abordável seja do ponto de vista financeiro, seja de qualidade. É um Bordeaux de grande relação preço qualidade. Por R$69 na World Wine. O Grand Bateau Rouge 2010, então, vem de uma bela safra e pode ser guardado por mais uns três anos.

 

Mais “salgado” no preço, mas ainda de boa relação preço qualidade é o segundo vinho do Château Beychevelle, o Amiral de Beychevelle 2008. 2008 foi uma safra muito boa.

 

 

Notas de degustação

Grand Bateau Blanc 2011 R$69

Grande relação preço qualidade
75% sauvignon blanc e 25% semillon


Tipicidade de sauvignon blanc e semillon. Crispy, zesty, bela acidez, muito fresco. No nariz comparece mais a semillon, em boca mais a sauvignon blanc. Um branco bem Bordeaux. Passa um pouco de tempo em barrica para ganhar complexidade. Tem certo volume e peso.
Um vinho para consumidores mais jovens. Bateau é nome que recorda o galeão do Château Beychevelle.



Grand Bateau Rouge 2010 R$69
75% merlot e 25% cabernet sauvignon


Frutado, robusto e estruturado. Taninos presentes. Compre e guarde por três anos que vai valer a pena.



Les Brulières de Beychevelle 2010 R$177
56% cabernet sauvignon e 44% merlot
Mais fino e elegante que os Grand Bateau, não é nem segundo nem terceiro vinho de Beychevelle. É vinho proveniente de 12 hectares ao Sul de Saint-Julien, a partir de vinhas pertencentes ao Beychevelle. Gestão pela mesma equipe do Château Beychevelle.

Potente, estruturado, taninos presentes, mas amigáveis. Barricas de 12 meses. Frutas, baunilha, carvalho. DOC Haut Medoc.



Amiral de Beychevelle 2008 R$252 !!!
55% cabernet sauvignon e 45% merlot
Este é o segundo vinho do Château e o nome é homenagem ao proprietário do Château no século 17, almirante francês, Amiral Duc d'Epernon. Para ser bebido mais jovem. 14 meses em barrica.


Belo aroma, complexo, frutas vermelhas e negras.
Muito elegante, potente, estruturado. Para guarda. Mentol, couro, aromas terciários.


Les Clés de Pape Clément 2008 R$268 !!!+
46% cabernet sauvignon, 49% merlot, 3% cabernet franc, e 2% petit verdot

Segundo vinho do Château Clément, um Grand Cru de Graves e leva o nome do papa do séc. 14. Nesta propriedade, Bernard Magrez faz grandes bordeaux, mais modernos e muito sedutores.

Este Les Clés de Pape Clément 2008 impressiona pela densidade e riqueza. Uma boa safra, a de 2008.  Muito fresco, pronto, bem integrado os seus elementos, harmonioso, taninos presentes, mas amigáveis. Acidez deliciosa. Para beber já e para longa guarda também.

 

Para conferir este Bordeaux muito abordáveis na World Wine!





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