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Enoblogs - blogs unidos pelo vinho

Magnum Vinhos, o melhor da Terrinha, a 6 mãos aterrisa no Brasil

 

Foi no Encontro de Vinhos OFF que a Max Brands apresentou os vinhos da Magnum, projeto de três enólogos portugueses Carlos Lucas, Lucia Freitas e Carlos Rodrigues.

 

Tive a oportunidade de provar o Ribeiro Santo DOC Branco 2011 do Dão no Encontro OFF. Belo branco, cremoso e mineral. Blend de encruzado e malvasia fina. Cremoso, frutado, frutas tropicais, mineral e fresco.

 

Ribeiro Santo passa 4 meses em carvalho e com battonage bem feita e equilibrada (processo de "bater" as leveduras uma, duas vezes por dia ou por semana, a depender do enólogo para acrescentar complexidade, textura, aromas ao vinho). 

 

É lançamento da Max Brands e custa R$ 59,50. 

 

O  projeto Magnum Vinhos foi criado pelos aclamados enólogos portugueses Carlos Lucas, Lucia Freitas e Carlos Rodrigues, que se conheceram enquanto trabalhavam na Dão Sul. Criado em 2005, o sucesso desta iniciativa está ligado à combinação da experiência, conhecimentos e irreverência dos três, que tem suas raízes do Dão, mas dividem esta paixão com as regiões do Douro e Alentejo.

 

Segundo o trio, “nossa intenção é mostrar o melhor de cada uma destas regiões, através de vinhos que respeitam o terroir, a tradição e as castas portuguesas. Cada garrafa conta uma história”. E assim, cuidam de três vinícolas (ou ‘quintas’, de acordo com os portugueses) nas mais prestigiadas regiões viníferas de Portugal, Dão (Quinta do Ribeiro), Douro (Vinha do Reino) e Alentejo (Maria Mora), cada uma com sua própria identidade.

 

A Quinta do Ribeiro Santo, em Carregal do Sal, é uma propriedade adquirida e recuperada por Carlos Lucas, com o objetivo de produzir vinhos com personalidade própria. A localidade está no Dão entre pinhais em vales e encostas que vão da Serra da Estrela ao Caramulo. O vinhedo segue o plantio tradicional das conhecidas castas Touriga Nacional, Alfrocheiro, Tinto Cão e Encruzado, plantados num terreno granítico com grandes afloramentos rochosos. O cuidado com a produção resulta em vinhos muito bem equilibrados, de aromas intensos que representam com fascínio toda a riqueza de seu terroir.

 

No Douro, conhecido como palco da mais antiga produção de vinhos do mundo, acontece a produção do delicioso Vinha do Reino. Suas vinhas são plantadas em terreno de xisto, dispostas em socalcos que extraem o melhor que as uvas portuguesas têm para oferecer. É da reunião das qualidades do solo, das características propícias do clima e de trabalho árduo que se produz este vinho único, de uma bela cor rubi e aromas intensos, que lembram amoras, compotas e arbustos silvestres. Na boca, tem taninos suaves, um bom equilíbrio ácido e um longo e delicioso final.

 

A “Maria Mora” é uma homenagem à mulher Alentejana, refletida em uma ilustração de Manuel Ribeiro de Pavia, pintor neo-realista do início do século XX. O Distrito de Mora é um local de grande tradição de vinhos da região, onde a civilização romana produzia vinhos em Talhas – grandes ânforas de barro, que são usadas até hoje. Maria Mora representa as camponesas do Alentejo, jovens e trigueiras, que trabalham em seus campos quentes e calmos. Ali, são produzidos vinhos que combinam os ensinamentos de outrora com a irreverência contemporânea, conferindo-lhe um perfil sóbrio e moderno.

 

Sobre os enólogos

 

Carlos Lucas começou sua bem sucedida carreira de enólogo em 1993, após formar-se em Viticultura e Enologia pela Escola Superior Nacional de Agronomia de Montpellier. Seu trabalho foi iniciado no Dão, embora mais tarde, já na década de 2000, tenha iniciado a produção de vinhos em regiões distintas como o Douro, o Alentejo, a Bairrada e região de Lisboa. Com uma agenda atribulada e o reconhecimento que só crescia como um dos maiores enólogos de Portugal, ainda teve tempo para se dedicar a projetos internacionais, como a produção de vinhos no Vale de São Francisco (Brasil), no Piemonte (Itália) e no Priorat (Espanha). Em todas estas regiões, elabora vinhos para todos os gostos, desde os mais simples a vinhos top, aclamados pelos grandes críticos de vinhos e pela imprensa portuguesa e internacional.

 

Lúcia Freitas nasceu na Região do Dão, onde desenvolveu uma forte ligação à vinha e ao vinho. Apesar de a sua formação acadêmica em Química, teve a oportunidade de trabalhar com Carlos Lucas e Carlos Rodrigues na área da enologia em 2005, descobrindo sua vocação na enologia. Seu trabalho nas principais regiões viníferas no país valeu-lhe um lugar de destaque na equipe de Carlos Lucas, assinando inclusivamente alguns vinhos premiados. Em 2010 foi eleita pelo Jornal “O Público” como uma das 10 enólogas mais influentes de Portugal.

 

Carlos Rodrigues é Bairradino, com uma forte ligação à terra e à cultura do vinho. Começou sua atividade como enólogo em 1990, tendo como mentor o conceituado Engenheiro Mário Pato. Durante sua carreira, teve oportunidade de produzir vinhos em várias regiões do país, com especial destaque para a arte de produção de espumantes e aguardentes. Carlos Rodrigues acredita que a arte de fazer vinho não é estática e, por esta razão, sempre aliou a enologia com a investigação e o desenvolvimento, participando em diversos estudos científicos pioneiros com as mais conceituadas universidades portuguesas.

 

Bravo à Max Brands por trazer o Magnum Vinhos!

 





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