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Os vinhos de Castello di Brolio da Barone Ricasoli

Por Silvia Cintra Franco

 

A história do Chianti se entrelaça com a do Castello di Brolio e a família Ricasoli.  Afinal  o pai do Chianti Classico é Bettino Ricasoli que criou a fórmula do Chianti em 1872. E o Castello está em mãos da família desde os tempos de Carlos Magno!

 

Estive hospedada na Barone Ricasoli há poucos anos atrás e visitei o Castello di Brolio, um castelo medieval que data de 1141. Uma construção imponente. E grandes vinhos!

 

Barone Ricasoli é a vinícola mais antiga da Itália em operação, e a segunda mais antiga do mundo.

 

E em 2013, comemora-se 20 anos de retorno da vinícola à família de Ricasoli, após passar 12 anos sob administração de uma multinacional.

 

Francesco Ricasoli, fotógrafo e 32° Barone di Brolio, recomprou a propriedade em 1993 e investiu pesadamente para recuperar a qualidade e a excelência. E à convite da Inovini, sua importadora, participamos de uma degustação às cegas, ontem (2 dez.13) para conferir que, de fato, Barone Ricasoli, renasce com vigor e finesse! 

 

Hoje em Castello di Brolio a densidade de plantas por hectare é de 5.500 a 6.600 com produção limitada a 1 kilo por videira e o clone Brolio foi reconhecido e chancelado.  O enólogo consultor é Carlo Ferrini e o residente Março Cerqua. 

 

Os vinhos estão fantásticos. O meu preferido segue sendo o Castello di Brolio, mas o Casalferro está surpreendente. O que eu conhecia e tenho na adega, Casalferro 2006, é um corte de Sangiovese 70% e merlot. Pois o Casalferro 2008 é 100% merlot e 100% admirável!

 

No item, vinhos fáceis de beber - e, ainda mais importante - fáceis de pagar, o campeão é o Chianti Barone 2012 DOCG. R$75 de sangiovese e certa complexidade no nariz, perfeito para pratos italianos e amantes da sangiovese e da gastronomia.

 

Ainda neste sensitivo item do "fácil de pagar" o outro campeão é o supertoscano  Campo Ceni 2011 IGT por R$81, para os amantes dos supertoscanos.

 

Na lista de "objetos de desejo" podem marcar outro supertoscano, o sedutor e cativante Brolio 2010 (R$141).

 

E no item "imperdível ou não morrer sem degustar":  o superlativo Castelo  di Brolio 2010 (R$399) e o belíssimo Casalferro 2008, ainda melhor do que o meu Casalferro 2006 (que abri ontem de noite para comparar).

 

Notas de degustação

 

1) Chianti Barone 2012 DOCG 

Rubi brilhante, aromas de frutas vermelhas, cedro. Complexidade. Tabaco. Sangiovese e acidez gastronômico. Médio corpo. Tabaco ao evoluir. R$75 na Inovini.

 

2) Campo Ceni 2011 IGT

Muito fresco no nariz, mentol, hortelã, complexo, fruta italiana, sangiovese? Acidez gastronômica. Macio em boca com especiarias. Bons taninos e médio corpo. IGT sangiovese, CS e merlot. R$81 na Inovini. 

 

 

3) Brolio 2010 

Concentrado, aromas cativantes e inebriantes, fantástico. Cedro.  Merlot. Muito sedoso e de longa persistência. Fantástico em boca. R$141 na Inovini.

 

 

4) Casalferro 2008 

Chocolate intenso no nariz e especiarias. Acidez gastronômica. Belíssimo vinho. Larga persistência. Mentolado. R$375 na Inovini.

 

5) Castelo  di Brolio 2010

Aromas mentolados, geléia. Potente e encorpado, taninos finos. Deve ser supertoscano. Tabaco. R$399 na Inovini.

 

Marque na agenda: Castello di Brolio de Barone Ricasoli vale uma visita à Toscana, e enquanto para lá não se vai, por que não ser feliz com tão bons vinhos?





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