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Quinta da Lagoalva Campos de Cima, tradição aliada à inovação!

Por Silvia Cintra Franco

 

Hoje vinhos do Tejo, no passado do Ribatejo. Uma região que nunca teve estória, vendia-se a granel. Nem DOC é (denominação de origem controlada).

 

Entretanto, graças às novas lideranças e com a nova geração viajando o mundo, começa a deslanchar e a provar do que é capaz. O Tejo é também a região dos azeites, dos cavalos lusitanos e da cortiça. Basta atravessar a região para conferir. E o enoturismo é florescente.

 

Quinta da Lagoalva é vinícola líder da região e foi a primeira a fazer blends com a syrah, em 1982! Diogo Bragança Campilho, enólogo e filho de uma monarquista com um absolutista, algo impensável, proibido, em outros tempos, veio ao Brasil a convite da Mistral, sua importadora.

 

Sob o signo da modernidade, Diogo aprimorou seus estudos e práticas em enologia na Austrália e – unindo talento à dedicação – tem feito vinhos de grande elegância e finesse, perfeitos para acompanhar refeições. Algo que teria sido interessante que certos australianos aprendessem com Diogo Campilho. De lá também trouxe a objetividade, como ele nos disse, além do gosto e habilidade de combinar castas nativas às internacionais syrah e cabernet sauvignon.
 

 
Quinta da Lagoalva recebe as duas estrelas vermelhas de Hugh Johnson em seu Wine Pocket Book 2012, i.e., vinhos de boa relação qualidade preço.  Tem 50 ha de uvas e vende 450 mil garrafas ao ano. É uma vinícola familiar e que trabalha com um total de duas pessoas. Na vindima recebe estudantes de enologia.  Fazem vinho desde 1940 e com rótulo próprio desde 1990. Criam cavalos lusitanos, fazem azeite também.
 

Notas de degustação
 
1. Quinta da Lagoalva Talhão I Branco
5 castas diferentes.  Um campeão de vendas. Vinho simples e muito aromático que vem conquistando mais gente ao mundo do vinho. O típico vinho de piscina, aquele que você toma com prazer e não tem de ficar pensando no que está tomando. Alvarinho, arinto, Fernão Pires, sauvignon blanc, verdelho. Muito fresco, não passa em madeira. US$29.90

 
Aromas de flores brancas e untuoso no nariz. Frutas brancas.
Vinho seco e gentil em boca.
Muito vivo e saboroso. Simples e aromático. Fácil de beber.
 

 

2. Quinta da Lagoalva Rosado 2011
Alvarelhão, syrah e touriga nacional.
 
Aromas frutas vermelhas, groselha e framboesa, grafite. Simples. Frutado, boa acidez. Mineralidade. Grande acidez. US$29.90
 
 
3. Quinta da Lagoalva Reserva 2009.

Corte ou blend das castas alfrocheiro, cabernet sauvignon e syrah. Fino e elegante, sem excesso de madeira e músculos. É um vinho perfeito para acompanhar refeições, pois não empanturra e nem é enfadonho (aquele que ao primeiro gole parece maravilhoso e ao final da taça você está enjoado). Poderíamos dizer que não é um vinho, são dois: o AC e o DC ou melhor CC. AC, antes da comida, é um vinho elegante de acidez mais destacada. Mas torna-se outro vinho quando vem DC ou CC, com comida. Vira um vinhaço, macio, sem acidez maior, muito agradável, puro prazer. Servir a 16ºC. Aroma intenso e sedutor. Frutas negras intensas, complexidade, especiarias, chocolate amargo. Médio corpo, acidez gastronômica. Passa por barrica francesa por 8 meses de primeiro uso. Bons taninos. Muito fino e elegante. Mineral e de boa persistência em boca. US$39,90



4. Lagoalva de Cima Grande Escolha Syrah 2008
Vinhaço!!! A Lagoalva foi a primeira empresa a colocar syrah em Portugal em 1982. Este vinho não sai sempre, depende da safra.

Muitas flores, rosas. Taninos presentes e finos. Alia tradição à inovação.
Aroma envolvente e sedutor de frutas negras maduras, especiarias, chocolate.
Médio corpo, fino, elegante. Longa persistência. Vai estar no auge em 2014.
Acompanha pratos condimentados e de forno. US$75.50


 
5. Lagoalva de Cima Alfrocheiro Grande Escolha 2008
Madeira, frutos negros, chocolate, alcaçuz.
Acidez mais forte, taninos bons.
Em boca, chocolate, tipicidade de alfrocheiro. Nao é alcoólico. US$92.90
 
 
6. Quinta da Lagoalva Late Harvest ou Crípto Botrytis

Gewustraminer e riesling. Aromas de frutos secos e evoluídos. Bela acidez, e equilíbrio entre acidez e açúcar. US$89.90 na Mistral.

 

Parabéns a Diogo Campilho pela elegância e finesse de seus vinhos!

Confira, clicando abaixo!




 





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