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Enoblogs - blogs unidos pelo vinho

Rufete, guarde este nome!

Casta atraente e saborosa. Na Quinta dos Termos tem.

 

Por Silvia Cintra Franco

 

Pode chamar de Rufete, mas ela atende também por Tinta Pinheira lá pelas bandas da Beira Interior, em Portugal, na face sul da Serra da Estrela, onde o calor beira os 45 graus centígrados e o frio menos 15, menos 20. 

 

Jancis Robinson em seu Wine Grapes sublinha: Rufete, variedade portuguesa de amadurecimento tardio, que pode ocasionalmente fazer vinhos leves, finos e para guarda (Late-ripening Portuguese variety that can occasionally yield fine, ageworthy, lights reds).

 

E a rufete como a baga, destaca Robinson, sai-se muito bem apenas em lugares específicos. E entre os produtores recomendados indica: Quinta dos Termos.

 

Exatamente, ora pois, o caso do Talhão da Serra 2009 da Quinta dos Termos que encantou o amigo garimpeiro e wine coaching Breno Raigorodsk na última Expovinis (2013), e que o fez atravessar o Atlântico rumo à Beira Interior, ao sul da Serra da Estrela, atrás deste 100% Rufete. 

 

Breno Raigorodsky junto com a Galeria dos Vinhos (na Radial Leste, S.Paulo) trouxe outros vinhos também fora do mainstream, fora da rota batida de cabernets, syrah, malbecs, carmenere etc. E valem a pena!

 

Abandone o GPS enológico que leva sempre às mesmas castas e aventure-se! Hás de ver que há felicidade para lá dos  limites e dos termos das surradas sempre mesmas castas!

 

Quinta dos Termos - recomendada por Jancis Robinson - é uma quinta sem maquiagem e sem medo de ser honesta. Os vinhos são praticamente biológicos e aguardam certificado. Os dois primeiros vinhos -  Forja do Ferreiro e Quinta dos Termos  DOC - são feitos às claras com um chip de madeira que dá uma nota defumada e um tostado discreto. 

 

 

O campeão

A Rufete é uma ilustre e saborosa desconhecida que prova a que veio no Talhão da Serra 2009. Vinhaço campeão,  ponto fora da curva. E gastronômico. O vinho que encantou Breno e que o fez levantar âncora e se mandar pra Beira Interior. Um vinho para se apaixonar!

Um vinho delicado em sua complexidade, muita personalidade, mas uma personalidade cativante. Exótico de uma exotismo de grande elegância, limpo e com finesse. 

Na taça rubi claro e brilhante. Recorda Borgonha na cor e  não tem nada de groselha, mas é da Borgonha o terroso no retrogosto. Vinhaço versátil. Vai ficar ainda melhor daqui a 4 anos, porque hoje já está fantástico. 

Taninos estão lindos e finos. Barricas Allier. Se puder, compre uma caixa e abra um por ano. Preço por volta de R$ 119. 

 

O prazer nosso de cada dia

Forja do Ferreiro 2010

Vinho frutado, simples, corte de 5 uvas: Rufete, Jaen, Marufo, Tinta Roriz e Touriga Nacional.  É o vinho de entrada,

saboroso em boca, com discretíssima madeira para arredondar apenas. Um vinho simples honesto, correto e bem português. Aproximadamente R$40, para acompanhar o pão nosso de cada dia. 

 

 

Quinta dos Termos  DOC, vinho menos simples do que o Forja do Ferreiro,  é um corte de Touriga Nacional, Trincadeira, Jaen e Tinta Roriz e custa por volta de R$80. A Jaén (chamada de Galega, Gião no Douro ou Mencia) conta com um fã clube pequeno, mas fiel. Preço por volta de R$80.

 

 

Last but not least

Reserva do Patrão 2009

Um vinho 100% Syrah com uma bela passagem de um ano em Allier de tosta fina. Taninos redondos, uma beleza de syrah. Cheio de medalhas em Portugal por volta de R$120.

 

Largue o GPS enológico que leva sempre às mesmas castas e aventure-se!

 

Importação da Galeria dos Vinhos e do consultor Wine Coaching Breno Raigorodsky 

Compras com Breno no email brenoraigo@gmail.com

 





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