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Maison Drouhin na América

A Vinexpo Bordeaux pode ter acabado, mas deixou não somente o sabor e a bela persistência de seus vinhos como as informações e conversas com quem trabalha com o vinho. Estive na sala de degustação dos French Flying Winemakers, os franceses que atravessaram os oceanos para produzir vinhos no Novo Mundo.
Ali estavam vinhos muito conhecidos de todos nós, como os dos Lurton (de preço acessível e boa qualidade) e outros muito famosos, cujos preços muito caros fazem menos acessíveis suas degustações. Assim e por este motivo, pulei os conhecidos e fui direto e reto para o famosíssimo Alma Viva, da Concha y Toro com a Baron Philippe Rothschild.

Aliás, o CEO desta última fez uma visita rápida quando eu ali estava. Alma Viva é um vinho de qualidade com pronunciado “pé na cozinha” do Novo Mundo e que não me impressionou, talvez porque eu estivesse bebendo muito Bordeaux, e mais exatamente, acabara de degustar um Pichon-Longueville.

Ao lado do Alma Viva, serviam o Opus One, outro vinho famoso e que eu ainda não tivera o prazer de degustar. Este sim me deixou impressionada pela elegância e equilíbrio. De lá, segui direto - a conselho do francês ao meu lado – para a mesa onde Jean-Paul Dumond, diretor comercial da Maison Drouhin, servia três vinhaços que esta casa de Borgonha tem em Oregon. São vinhos finos, deliciosos, taninos macios, mas sem excessos de madeira ou exuberâncias de fruta e de cor. Pura elegância como só as grandes casas da Borgonha sabem fazer.
Provei o Chardonnay Arthur um branco delicado, fresco, bela acidez que recorda um Borgonha branco jovem e aristocrático, mas com um discreto e maravilhoso toque de Novo Mundo. O Pinot Noir Willamette Valley, embora tenha um grau alcoólico superior ao seu irmão europeu (14,5%), é elegante, com boa persistência e custa nos States US$45. Imagine a quanto chegará aqui na Terra Brasilis, nem pensar... O Pinor Noir Laurène é ainda superior. Para quem gosta de Pinot Noir, estes do Oregon são alegria pura.
Não provei outros vinhos desta sala, até porque como já disse eram conhecidos e havia muitas outras salas e vinhos por degustar. Fiquei, entretanto por ali, bebericando, degustando uma taça bem servida do Cuvée Chardonnay Arthur. Vale a pena conferir no vídeo o que Jean-Paul Dumond nos revela sobre o estilo e os vinhos da Maison Joseph Drouhin.





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