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Dom Pérignon, texturas e complexidade, um vinho que se inscreve no tempo

Dom Pérignon Vintage 2000 é um champanhe táctil, um universo de texturas, uma cremosidade que vem do tempo de envelhecimento, revela Vincent Chaperon, o enólogo. O champanhe perfeito para a culinária do DOM – livre e criativa à base de quiabo, quirera, manteiga de garrafa e a arte refinada de Alex Atala.

Dom Pérignon, o monge cujo nome se confunde com o mais festivo e nobre dos vinhos, era um chef de cave, um enólogo meticuloso que implantou práticas de vinicultura usadas até hoje. Vincent Chaperon, enólogo da Dom Pérignon, mantém este espírito de precisão e busca de equilíbrio e harmonia perfeitos. O champanhe Dom Pérignon Vintage 2000 é a síntese desses 300 anos de experiência iniciados com o monge e levados a cabo com paixão e comprometimento pelos enólogos da Dom Pérignon: um “champanhe táctil, um universo de texturas, cremoso, de uma cremosidade que vem do tempo de envelhecimento sobre as leveduras, de uma textura firme, mineralidade na boca e persistência”, revela Chaperon.

Chef e refinado artista, Alex Atala criou um menu especial para este grande champanhe com produtos brasileiros – quiabo, fettuccine de pupunha e pimenta de cheiro, creme de coco, dendê, menta, quirera com manteiga de garrafa – pratos de textura e sutilezas para harmonizar com a complexidade e intensidade deste champanhe fora de série que é o Dom Pérignon. Uma harmonização para ver estrelas como diria Dom Pérignon, o monge, ou para ouvir estrelas, como – ora direis! – o poeta Bilac.

Para Alex Atala, a versatildade do champanhe Dom Pérignon é perfeita para a cozinha do DOM. Uma cozinha livre e criativa, mas que se nota em cada prato a precisão e a busca do equilíbrio e da harmonia perfeitos. Uma cozinha de incríveis texturas e sutilezas, companheira perfeita para Dom Pérignon. Confira os pratos no vídeo com Alex Atala.

Pinot noir e chardonnay provenientes de vinhedos grand cru de Hautvillers (onde Dom Pierre Pérignon começou em 1668) são a base do champanhe. Nada de pinot meunier para fazer o casamento entre estas duas cepas diversas entre si: é o tempo que se encarrega desta união. Sete anos sobre as leveduras (sur lies) repousa o vinho e por mais outros 6 para se transformar em Dom Pérignon Oenothèque, expressão máxima de um vinho cujo estilo desafia o tempo, como a Dom Pérignon assegura, mas basta provar para concordar.

E é sobre o estilo da Dom Pérignon que Vincent Chaperon fala (em espanhol) no vídeo. Da busca de um estilo no paladar, jogando com as texturas na boca. Bebe-se Dom Pérignon em taças mais amplas que a limitada flüte. Um champanhe como este exige amplidão para revelar texturas e aromas. “Dom Pèrignon é um grande vinho que toca na boca de modo muito especial e muito suave, como seda. É também um vinho muito preciso. A precisão de seus sabores que se sente na boca é muito importante: a acidez, a estrutura, a textura tem de ser precisa e claramente expressada na boca. Intensidade, porque quando se fala de um grande vinho se busca intensidade e complexidade: é a riqueza de aromas, de sabores que você vai encontrar em todos os vinhos da Dom Pérignon”, finaliza Vincent Chaperon estendendo a taça num brinde.

Fotos de Tânio Marcos.

 

Dom Pérignon, texturas e complexidade, um vinho que se inscreve no tempo
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