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Enoblogs - blogs unidos pelo vinho

Vinho bate ações e finalmente o Brasil tem um fundo de investimento em vinho.

Estudo econômico comprova que o vinho é melhor investimento do que ações num mercado de ações em crise (bear market), informa Maggie Rosen na britânica Decanter, abril 2010.

Os PhD. Philippe Masset e Jean-Philippe Weisskopf da Universidade de Fribourg observaram que a inclusão do vinho como investimento aumenta o retorno do portfólio e reduz os riscos, particularmente numa economia em crise.

Nos anos 2003-2007, as pessoas nos países desenvolvidos foram enriquecendo cada vez mais e as ações também se tornaram muito mais caras. Por isso, muitos investidores transferiram dinheiro para o vinho e as artes. E segundo Peter Lunzer, administrador de um fundo de vinhos, o vinho é mais seguro do que a arte: “os que estamos no mercado temos visto os preços subirem de uma forma previsível”, comenta. O vinho é produzido numa quantidade finita e à medida que esta quantidade diminui e o tempo passa, o preço vai subir. “Ainda há quem veja o vinho como uma garrafa e um abridor de rolhas mais do que um commodity”, conclui.
Wine Stock e Cultinvest Asset Management lançam o Bordeaux Wine Fund Multimercado, fundo de investimento em vinhos inédito no Brasil

 A importadora Wine Stock e a Cultinvest Asset Management acabam de lançar um produto inédito no Brasil que vai movimentar o mercado de vinhos raros e aguçar os paladares dos wine investors: o Bordeaux Wine Fund Multimercado, que aplicará 100% em um fundo offshore cuja carteira é composta por vinhos finos de produtores consagrados da região de Bordeaux, na França.

 Os vinhos que compõem a carteira de investimentos do fundo offshore são ativos negociados na Liv-ex, a bolsa eletrônica especializada em vinhos localizada em Londres, e têm como parâmetro comparativo o Liv-ex Fine Wine Investables Index, que conta com uma carteira de vinhos de 24 produtores top de Bordeaux, sendo um dos melhores índices de investimento no setor. Este índice aumentou 48% em 2010, acumulando alta de 36% em euros até novembro. Nos últimos cinco anos, a rentabilidade alcançou 135% em euros.

 A carteira do fundo offshore Bordeaux Wine Fund é composta por vinhos já engarrafados e até 20% por vinhos en primeur (ainda não engarrafados). “Os valores são estipulados pela máxima do mercado financeiro: lei da oferta e da procura. Com a produção reduzida, esses vinhos são cada vez mais raros e só ficarão prontos daqui a 15 ou 20 anos, dando a oportunidade de comprar a preços relativamente baixos no início da produção e obtendo lucros ao final do processo”, afirma Douglas Andreghetti, diretor da Wine Stock.

 A redução das taxas de juros internacionais, necessária para recuperar a economia dos países desenvolvidos após a crise de 2008, tem gerado uma forte procura por investimentos alternativos, entre os quais se destacam os chamados “Passion Investments”, que abrangem joias, obras de arte e vinhos finos. Estes últimos, em particular, apresentam vantagens como a redução constante da oferta em decorrência do próprio consumo e a possibilidade de precificação adequada através da bolsa eletrônica Liv-ex.

  “O Bordeaux Wine Fund Multimercado possibilita agora ao investidor brasileiro fazer um aplicação que, além de ser uma excelente alternativa de diversificação de carteira, devido à baixa correlação com os ativos tradicionais de renda fixa e renda variável, também envolve o prazer de entrar no universo dos investimentos em produtos cheios de glamour e sofisticação”, comenta Alexandre Zákia, CEO da Cultinvest Asset Management.





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