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Paribar Resgata Clássicos Que Marcaram Época Em São Paulo!

 

Paribar Resgata Pratos Clássicos Que Marcaram Época Em São Paulo!
 

Que tal comemorar os 459 anos da cidade com um pato (para quatro pessoas!) do antigo hotel Ca'D'oro? Ou se deliciar com o filé mignon como era servido no Trem Azul, vagão da Companhia Paulista de Estradas de Ferro que transportava os passageiros mais abonados em viagens de São Paulo para o Interior e vice-versa?


        Essas duas tradicionalissimas receitas da gastronomia de São Paulo estarão sendo servidas no Paribar especialmente para celebrar o aniversário de Sampa. Mas não apenas elas. Quem for ao Paribar poderá optar também por uma série de outros pratos clássicos da gastronomia da cidade. Pratos que fazem parte do cardápio regular da casa, vários deles homenageando restaurantes e bares que são parte de nossa história. Entre eles, por exemplo, o camarão à provençal que evoca o La Paillote, um ícone do bairro do Ipiranga.

 

Abaixo, algumas dessas receitas que fazem do Paribar endereço perfeito para se festejar mais um aniversário da cidade – da segunda-feira dia 21 ao sábado dia 26 de Janeiro.              

  • Pato à Colleoni – Receita nascida na cozinha do restaurante do Ca'D'Oro, primeiro hotel cinco estrelas de São Paulo, aberto em 1953 e fechado em 2009. Prato com inspiração lombarda (i.e., da Lombardia, região da Itália setentrional que tem Milão como capital), elaborado com a ave temperada, assada no forno, cortada em pedaços e servida acompanhada de três figos empanados e fritos no óleo. O prato foi criado por Fabrizio Guzzoni, fundador e proprietário do Ca'D'Oro, em homenagem ao mestre das armas e homem de guerra Bartolomeo Colleoni (1400-1475), chamado “il condottiero” (o capitão, o chefe). [R$ 95,40 – para quatro pessoas]

Importante: o Pato à Colleoni será servido apenas e exclusivamente na sexta-feira 25 de Janeiro, mas deve ser encomendado com antecedência mínima de dois dias.

 

  • Filet Arcesp – Este é o saudoso filé que era a estrela do cardápio dos trens da Companhia Paulista de Estradas de Ferro, nas viagens da capital para o interior e vice-versa. Era servido no célebre "Trem Azul", o carro de elite Pullman, comparável à classe executiva dos aviões de carreira, que transportava os passageiros abonados. A receita, que nasceu e se consagrou nos trilhos do Estado, era um bife muito grande, de filé mignon, com molho de tomate, cebola, cenoura, batata e ervilha e acompanhado de arroz. O nome "Arcesp" veio da Associação dos Representantes Comerciais do Estado de São Paulo. O Paribar reconstituiu a receita a partir dos testemunhos nostálgicos dos antigos viajantes. [R$ 44,80]
  • Frango à Sergio Milliet – Iscas de frango empanadas e acompanhadas de molho tártaro. Receita em homenagem ao escritor, pintor, poeta, ensaísta e crítico de arte paulistano Sérgio Milliet (1898-1966), que tem um retrato original exposto no Paribar. As panelinhas de cobre em que é servido o prato têm história: são as que eram usadas no Bar do Museu (de Arte Moderna, na Rua 7 de Abril), que nos anos 1930 e 40 foi ponto de encontro muito representativo da intelectualidade paulistana. [R$ 23,20]
  • Filé à Meninão – Filé chateaubriand ao molho madeira, guarnecido com arroz milanês.Prato muito popular da primeira fase do Paribar. A receita foi uma homenagem a Álvaro Luiz Assumpção, o "Meninão”, antigo colunista social e importante figura da noite paulistana nas décadas de 1950 e 60. [R$ 42,90] Na foto de Nicole Fialdini.
  • Camarão à Provençal – Camarões preparados a partir da receita que celebrizou o restaurante La Paillote, por seis décadas no bairro do Ipiranga e mais recentemente nos Jardins. São seis camarões, dourados na manteiga, salsinha, pedaçoes de tomate e alho, guarnecidos com arroz temperado com líquido da própria fritura. [R$ 64,20]
  • Canapé do Bar do Leo – Homenagem ao bar localizado na região central, com setenta anos de história. São canapés-cocktail, preparados com pão preto, steak tartare, maionese, mostarda escura e molho especial. Perfeitos para acompanhar cervejas e outros drinques. [25,40]
  • Provolone à Milanesa – Hoje servido em todos os botequins da cidade, é uma receita que nasceu nos anos 1940 no antigo Paribar. Um verdadeiro ícone da "baixa gastronomia" paulistana. [24,90]
  • Frios do Mercado Municipal – A preocupação do Paribar em participar da valorização e da revitalização do Velho Centro levou a casa a homenagear o Mercadão através de uma generosa e deliciosa seleção de frios – pastrami, picanhas cozida e defumada, presunto tipo alemão, lombo condimentado e linguiça picante –, servidos juntamente com picles e azeitonas. Na roda de amigos, é ótimo combustível para a conversa correr solta. Não há quem resista! [R$ 51,10]
  • Caju Amigo – O emblemático drinque inventado em 1974 por Guilhermino, barman do Pandoro, bar surgido nos anos 1950 na avenida Europa junto à avenida Faria Lima. Ganhou esse nome de tanto que os clientes pediam "vê um caju, amigo". No Paribar, é preparado com gim, caju macerado, suco de limão, açúcar e água sifonada. [R$ 20,90, com Gordon’s; R$ 24,90 com Tanqueray]

 


História

O Paribar, localizado na Praça Dom José Gaspar 42, no centro de São Paulo, foi entre os anos de 1942 e 1983 ambiente de grande efervescência cultural, política, jornalística e boêmia da cidade.


Em 2010, por iniciativa do empresário Luiz Campiglia, o bar foi reinaugurado e assumiu o objetivo de resgatar aquele clima de antigamente. Foram resgatados vários detalhes da versão original da casa, com a fiel recuperação de itens de mobiliário, decoração, cardápio, atendimento, ambiente.


Voltaram, por exemplo, a inconfundível varanda coberta por um toldo listrado em verde e branco, as cadeiras de vime que invadem a calçada da praça, algumas luminárias, o nome Paribar escrito em neón amarelo na parede, além do salão inspirado nos anos 50.


"Nossa proposta é a de oferecer ao cliente Paribar uma espécie de viagem ao passado, trazendo as boas lembranças daquela época e contribuir assim para a revitalização do centro paulistano", diz Campiglia.

 

Serviço

O Paribar Gastronomia Boêmia fica na Praça Dom José Gaspar 42, Centro, tel. 3237-0771. 
        Aberto de segunda a quarta, das 11h30 às 24h, quintas e sextas das 11h30 às 0h30 e aos sábados das 11h30 às 23h.
        Abre aos domingos somente em dias de eventos especiais.
        Aceita os cartões Amex, Mastercard, RedeShop, Visa e Visa Electron.

 





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