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Campos de Cima na Campanha Gaúcha

Por Silvia Cintra Franco

 

Não é só a Serra Gaúcha que faz vinho lá no Rio Grande do Sul. Pois podem colocar em seu atlas do vinho brasileiro a Campanha Gaúcha, encostada no Uruguai. E, como nuestros hermanos, a Campanha Gaúcha faz cada Tannat!

 

Está situada no paralelo 31, o mesmo que corta a Nova Zelândia e a África do Sul, que fazem grandes vinhos.

 

Nos anos 70 recebeu a visita de pesquisadores da respeitadíssima Universidade de Davis, da Califórnia, e juntamente com o pessoal da Universidade Federal de Pelotas, foram identificados 270 hectares de terras propícias ao vinho fino.

 

E o pessoal da Campanha Gaúcha vem trabalhando muito e bem para fazer vinhos finos e de qualidade. Portanto, se você quiser conhecer vinho brasileiro, visitar a Campanha Gaúcha é fundamental.

 

Por isso aceitamos o convite do Ibravin e enfrentamos as mais de 6 horas de viagem e os 492 km que separam Porto Alegre de Santana de Livramento e, na volta, os 726 km de Itaqui ao aeroporto da capital do Rio Grande do Sul. É loooooonge! Um autêntico tour de force se você vai, como fomos, em mini ônibus! A compensação é que éramos sempre recebidos com o bom vinho da Campanha Gaúcha.

 

Valeu a pena e V&G passa a dedicar a partir desta semana um artigo para cada uma das vinícolas visitadas.

 

Campos de Cima, vinícola butique de belos tannats

 

É a elegante Hortência Ravache Brandão Ayub  o motor desta vinícola butique junto a Itaqui, na fronteira com a Argentina. Carioca, encantou-se pelo vinho, saiu em busca de terras, equipamentos, enólogo e tudo o mais e construiu esta vinícola pequena e séria.

 

É uma vinícola nova e o plantio das uvas data de 2002 com 15 hectares de uvas de diversas variedades como: merlot, tannat, tempranillo, Malbec, shiraz, cabernet sauvignon, Ruby Cabernet, Pinot Noir, chardonnay e Viognier.

 

A estrela desta butique é, sem dúvida, o Tannat, embora tenham um bom espumante vinificado na Cave Geisse pelo método champenoise, 70% chardonnay e 30% Pinot Noir por R$ 34.

 

Notas de Degustação
 

Campos de Cima Tannat 2011
14 meses de barrica francesa. Um tinto gastronômico.
Aroma elegante de couro, melaço, cativante! Madeira também.
Em boca precisa de tempo, por isso vale a pena adquirir umas garrafas para guarda.
 
 
Campos de Cima Tannat 2008
Aromas florais, frutas maduras. Muita concentração de boa fruta.
Em boca é potente. sedoso. estruturado. Já está pronto e custa R$ 24 a garrafa.
 
 
 
Campos de Cima Tannat 2006 
Mais adocicado no nariz. Fruta boa e madura. Couro.
Passa em carvalho americano por 4 meses. Gastronômico, toques de chocolate, rúcula e ervas provençais. R$28

 

Compras online: www.camposcima.com.br
 

 





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