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Nova Zelândia celebra o Sauvblanc Day

O Consulado da Nova Zelândia, através da sua agência de promoção de negócios New Zealand Trade and Enterprise (NZTE), celebrou no dia 6 de maio o seu primeiro SauvBlanc Day no Brasil, destinado a promover a sua uva mais comum em todas as variações que ela pode ter.

 

 

Sim, você não leu errado: a Sauvignon Blanc pode ter feições muito distintas, de acordo com cada região em que é cultivada; afinal, trata-se de um país cujas dimensões são semelhantes às da Itália, e com uma geografia capaz de criar microclimas muito distintos em poucas dezenas de quilômetros de distância.

 

 

Foi exatamente este o tema central da palestra feita pela sommelière Alexandra Corvo, que já teve a oportunidade de conhecer toda essa diversidade que gera algumas das mais belas paisagens naturais do mundo, capazes de gerar fotografias dignas de um screensaver até quando tiradas de um celular comum...

 

 

Mesmo com essa diversidade, há alguns pontos centrais que permitem identificar o Sauvignon Blanc da Nova Zelândia: uma acidez quase elétrica parece permear todos os vinhos, de maneira mais ou menos intensa, e notas minerais intercaladas com uma sensação de fruta tropical que varia entre o abacaxi e o kiwi - nada mais neozelandês, afinal.

 

 

Para quem conhece alguma coisa da produção vinícola neozelandesa, a famosa região de Marlborough é a grande referência, e seu vinho mais representativo é o Cloudy Bay, lançado em meados dos anos 80 numa época em que havia apenas 5.600 hectares de vinhedos no país.

 

 

Hoje, com mais de 35 mil hectares de áreas ocupadas por vinhas que se espalham pelas ilhas Norte e Sul, a Sauvignon Blanc reina suprema com praticamente 70% da produção total, beneficiada pelo frio vento do Pacífico, fundamental para garantir a vivacidade do vinho.

 

 

Dentre as diversas opções apresentadas no evento, alguns se destacaram com algumas características mais específicas, que refletem bem a diversidade da uva, e que resultam não apenas do seu terroir, mas também de métodos de produção bastante distintos. Seguem abaixo os que capturaram os sentidos de Vinho e Gastronomia:

 

 

Oyster Bay: um vinho exuberante, melhor vinho para apresentar os elementos da Sauvignon Blanc em toda a sua dimensão. Importado pela Vinci, sua primeira safra (1990) foi eleita a melhor do mundo dessa variedade de uva em degustação às cegas realizada na Inglaterra. Preço: R$ 189,34

 

Clearview Reserve: O mais distinto dos SauvBlancs apresentados, este foi o único que estagia em barricas, o que o torna mais complexo do ponto de vista aromático, e com uma boca muito macia, com mineralidade diferente dos demais. Importação da Premium Wines. Preço: R$ 226,33

 

Crossroads Milestone Series: Um grande vinho, representa o ápice em termos de elegância e equilíbrio, com muita refrescância. A Crossroads foi eleita em 2014 o Produtor do Ano pela International Wine and Spirits Competition. Importado pela Vinho e Ponto. Preço: R$ 152,00

 

Sileni Cellar Selection: Herbacidade e refrescância com uma boa mineralidade, é um outro excelente representante do potencial da SauvBlanc da Nova Zelândia. Importado pela Mistral, tem uma das melhores relação custo/benefício entre os presentes. Preço: R$ 130,68

 

Neudorf: Um vinho vigoroso, mais carnudo, foge um pouco da refrescância e se mostra mais vegetal, puxando para os aspargos. Destaque para o seu potencial de guarda, incomum a este vinho que alcançou o topo do ranking da Decanter entre os SauvBlancs kiwis em 2014. Importado pela Premium Wines. Preço: não disponível.

 

Peter Yealands: Além de fazer um Sauvignon Blanc muito refrescante, a Yealands merece um reconhecimento extra: seu trabalho na busca pela sustentabilidade fazem dela um destaque em nível mundial, com independência energética a partir da captação solar e eólica, criação de ovelhas babydoll (de pequeno porte) que se alimentam de grama e ervas daninhas à produção e ajudam a fertilizar o solo, uso de embalagens ecologicamente conscientes... Tudo para se ter um produto livre de emissões de carbono - e de culpa!

 

 

Certamente, todas as empresas presentes no evento levaram grandes vinhos que também merecem menção: a Casa Flora levou duas edições da Brancott; a Premium apresentou também o grande Hunter's e o Palliser Estates; a Interfood levou o belo Matua; a Vinho & Ponto mostrou o 3 Stones; a Decanter marcou presença com o Craggy Range Single Vineyard.

 

 

O Brasil já é responsável pelo consumo de 138 mil litros de vinho da Nova Zelândia, que também terá seu stand na Expovinis 2016. Nada mais natural, já que, enquanto o clima das longínquas ilhas é propício à produção, o nosso é propício ao consumo deste vinho refrescante e aromático!

 

 

Saiba mais sobre o vinho da Nova Zelândia no site www.nzwine.com e sobre o NZTE em www.nzte.govt.nz

Sauvignon Blanc Day 2016
Sauvignon Blanc Day 2016
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