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Orfeu: Paixão por Café

Por Guto Martinez

 

Dentre tantas coisas que nosso país consegue produzir, poucas atingiram o patamar que o café alcançou em termos de importância econômica e social. Responsável por um ciclo econômico virtuoso que ajudou a alçar a economia paulista ao posto de locomotiva do país, ele ainda hoje responde por mais de US$ 5 bilhões em exportações. Entre números tão incríveis, encontramos um produtor que não busca ser o maior, mas sim o melhor: o Café Orfeu.

 

 

A produção de grãos da Orfeu fica concentrada nas fazendas Sertãozinho, em Botelhos - MG, Rainha, em São Sebastião da Grama - SP, e Laranjal, em Poços de Caldas - MG, e uma visita às fazendas permite compreender como se conseguiu alcançar uma qualidade tão alta: cada terreno é separado de acordo com as condições que apresenta para produzir cada variedade de café, de maneira semelhante a um vinhedo separado por terroir. Dessa forma, a colheita também pode ser realizada de forma independente em cada lote, de acordo com o tipo de amadurecimento que se espera para cada variedade.

 

 

As instalações da Orfeu, concentradas principalmente na Fazenda Sertãozinho, reúne equipamentos tradicionais, como a máquina que separa grãos por tamanho, quanto as tecnologias mais modernas, como os secadores de grãos que permitem manter a temperatura sem que haja uma pré-torra, equipamentos importados recentemente. É nesta fazenda que se localiza o maior símbolo da Orfeu: o imenso Jequitibá-rei de mais de 1500 anos de idade, cuja majestade domina a paisagem e dá um exemplo do respeito da Orfeu com a terra que fornece a sua matéria-prima.

 

 

Muito do processo de fabricação segue os modelos tradicionais, como a separação dos grãos de acordo com o estágio de amadurecimento pela água, ou a secagem em terreiros - o que proporciona belíssimas vistas dos grãos Bourbon Amarelo, por exemplo -, mas em muitos dos processos é possível observar o alto grau de cuidado com o grão. Um dos exemplos é a cata manual em esteira, feita pelos olhares cuidadosos de mulheres altamente treinadas para excluir grãos de qualidade inferior antes do processo de moagem.

 

 

O mais importante, claro, é o resultado de tanto cuidado: o café que bebemos na xícara. Em todas as variedades produzidas pela Orfeu, é possível notar a complexidade de aromas e a pureza no paladar. As torras mais claras apresentam aromas mais frutados, com pitanga, notas de baunilha e grãos tostados; as mais escuras trazem notas de cacau, caramelo e castanhas. No paladar, a acidez é equilibrada e permite apreciar a bebida em todos os seus elementos, com uma nota adocicada e sem excesso de amargor.

 

 

Tais características permitiram que a Orfeu amealhasse uma quantidade de prêmios impressionante para quem começou a 12 anos: são quatro troféus Cup of Excellence, duas vezes campeã do Coffee of the Year Brasil, e o Late Harvest já foi eleito duas vezes como o melhor do mundo.

 

 

É possível adquirir os cafés da Orfeu na forma de grãos, pó ou mesmo de cápsulas compatíveis com máquinas Nespresso, todas com a mesma qualidade - cada um tem a liberdade de escolher a melhor forma de degustar seu café.

 

 

Seja pelo prazer de apreciar o momento, seja pelo hábito, escolher um café Orfeu é a garantia de saber que tomamos uma bebida cuja preparação teve todo o cuidado para que a experiência seja a melhor, a cada xícara. 

Café Orfeu
Café Orfeu
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Jequitibá-rei
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Grãos no pé
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Estágios de amadurecimento
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Terreiros de secagem
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Separação dos grãos
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Degustação de café




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